Prefeitura de Mafra lança edital de R$ 10,6 milhões para novo contrato de gestão da UPA

A Prefeitura de Mafra lançou edital nesta terça-feira, 10, para contratação de Organização Social para Gestão e prestação de Serviços de Urgência e Emergência a Unidade de Pronto Atendimento-UPA, Porte I, situada na no bairro Jardim América, no valor global de R$10.608.000,00

Imagens mostram população exposta ao sol (ou chuva) em horários de filas longas – Foto: reprodução redes sociais

O Edital também prevê o Gerenciamento Administrativo da respectiva unidade assistencial, (suprindo as necessidades de capital humano, material de consumo e permanente, manutenção preventiva e corretiva e outras necessidades da unidade assistencial), no âmbito SUS, nos termos da Lei Municipal nº 4.251 de 05 de abril de 2017, através da Secretaria Municipal de Saúde.

A abertura das propostas etá precista para dia 13 de junho próximo.

O valor representa R$ 884 mil/mês,  e seria repassado à instituição contratada independente do número e da complexidade dos atendimentos realizados no referido período, bem como da quantidade e complexidade de exames a serem realizados para diagnóstico de pacientes.

Desde o início, o contrato de gestão de UPA de Mafra tem sido alvo de polêmica e questionamentos. E alvo de reclamações gerais quanto ao atendimento.

Sobre isso, o atual Secretário de Saúde de Mafra, disse ontem, 09, na Câmara, que a UPA chega atingir 800 pessoas atendidas por dia. Isso, considerando 24 horas, seria mais de 33 pacientes por hora, um número difícil de imaginar, segundo comentários em redes sociais.

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Denúncia sobre OS suspeita

Inclusive, na primeira contratação, havia sido credenciada por decreto do ex-prefeito uma Organização Social apontada como suspeita.

Uma denúncia chegou a ser feita pelo então vereador Edenilson Schelbauer (via redes sociais), inclusive no dia programado para abertura de envelopes de organizações interessadas.

O então secretário de Administração da Prefeitura, alegou depois ao JI que a citada OS (suspeita) não havia comparecido ao ato de abertura da licitação.

Porém, não comprovou isso, e  o então Prefeito também não justificou à população porque havia credenciado tal “empresa” como instituição prestadora de serviços sociais em Mafra, cerca de um mês antes da referida licitação para gestão da UPA.

 

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